O Francisco não deixa que a sua idade seja um entrave. Para ele, setenta anos não significa ficar no sofá a ver televisão. Ele gosta de trabalhar no seu jardim e anda sempre de um lado para o outro, como no Verão passado. “Ia a caminho da casa do jardim para buscar o misturador de cimento que herdei do meu pai e a seguir só me lembro de acordar no chão. Estava completamente confuso e desorientado.”

Parcialmente cego

Descobriu-se que teve um acidente vascular cerebral. Este foi o início de um calvário para o Francisco: sempre dentro e fora do hospital para avaliações e exames médicos, e a tomar diversos medicamentos. “Eu mantive sempre a forma física e uma vida ativa. Especialmente depois de completar trinta anos, comecei a levar muito a sério o desporto e o exercício. Conseguia correr um quilómetro em pouco mais de 5 minutos.” Por causa do acidente vascular cerebral o Francisco está agora parcialmente cego do olho direito, mas isso não o impede de ter atividades ao ar livre.

Porque os acidentes acontecem

O Francisco toma um anticoagulante desde o acidente vascular cerebral. Para ele é importante saber que é possível reverter o efeito da anticoagulação do sangue. “Isso é um grande alívio para mim, dado o trabalho que faço ao ar livre e no jardim, onde é fácil cortar-me.” Se ele se cortar, pode ir ao hospital, onde o efeito da anticoagulação do sangue pode ser interrompido. “Felizmente, nunca tive um corte sério.”

Sabe quando deve solicitar ajuda médica para uma pessoa que está a tomar anticoagulantes?

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Proteja-se de um acidente vascular cerebral

Para o Francisco é importante que os doentes com fibrilhação auricular tomem anticoagulantes. “Acredite em mim, você não quer ter um acidente vascular cerebral. Não quer ficar parcialmente cego ou pior! Quem me dera ter começado a tomá-lo mais cedo.”

Se reconhece esta história ou tem dúvidas sobre a fibrilhação auricular, entre em contacto com o seu médico.

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